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sábado, 21 de junho de 2014

O último dia

Hoje foi nosso último dia em Lima. 

O último dia é um dia esquisito. Embora tenha sido, ainda, uma correria só - apesar de inúmeras tentativas só conseguimos cancelar cartões e contas hoje! - passei o dia inteiro com uma sensação estranha.

Há dias estamos numa agitação sem fim. A mudança deu um trabalho enorme, pois como estamos saindo para um lugar onde viveremos em um apartamento menor, tivemos de nos desfazer de muita coisa. Levamos um tempo inacreditável para separar o que ia para o lixo (papéis, estudos, contas velhas, recibos... como a gente junta papel!!), o que ia para doação (roupas de cama, de banho, nossas roupas, sapatos, malas, material de escritório, raquete de tênis, ventilador, desumidificador, e por aí vai...), e o que íamos levar! 

Depois veio a correria da mudança, mesmo - empacotar a casa, a vida... e despachar tudo com aquela sensação de "tomara que chegue tudo inteiro!"... E agora, no final, a correria para encerrar as contas de banco, de TV a cabo, de celular... (e, nesse ponto, a dica master que eu deixo para quem mora em Lima é: faça com um mês de antecedência). Parece inacreditável, mas todas as informações que recebemos - à exceção da empresa de TV a cabo - estavam erradas. Todos os procedimentos que nos foram passados de início, ao questionarmos como fazer e quanto tempo levaria para encerrar o cartão, a conta no banco, o celular, estavam errados. Resultado: foi uma luta sem fim, e ainda sairemos daqui sem conseguir comprovantes de quitação de várias coisas - o que, dada a qualidade miserável das informações que nos foram prestadas, pode ser indício de um problema ainda maior!

Talvez por isso, outro dia quando minhas amigas me perguntaram se eu estava triste por estar indo embora daqui, eu disse que não! Estava tão irritada porque nenhuma informação era passada corretamente, porque faltava apenas 3 dias para eu sair do País e não tinha conseguido encerrar nenhuma conta, que o que eu mais queria era ir embora daqui!

Mas, fato é que, quando a gente vive tanto tempo em um lugar, e é feliz nesse lugar, não tem como não se sentir triste ao sair. E, talvez pela irritação dessa semana, só tenha me dado conta disso hoje. 

O dia foi todo esquisito... um misto de saudade, ansiedade, alegria, melancolia... 

Lima me deu coisas incríveis! Fiz amigos que vou levar para a vida inteira. Vivi muito bem, numa casa linda, com uma vista incrível, cada pôr do sol mais sensacional que o outro... e podia dormir toda noite ouvindo o barulho do mar. Impagável. Conheci lugares lindos e super diferentes. Comi como uma rainha. Vi muita cor (apesar do clima limenho) e me diverti bastante. Embora também tenha passado por alguns momentos muito tristes aqui, no final das contas saio apenas com as boas lembranças e com os presentes que ganhei da vida.

Assim, fui feliz aqui e por isso é normal a tristeza da despedida.

Agora é vida nova. Desafios novos, casa nova, país novo, começar tudo de novo. Com tanta novidade, não pode ser ruim! Será maravilhoso! Disso tenho certeza absoluta. Hoje, nada me preocupa. Só tenho a agradecer e continuar sendo feliz!

Gracias Lima! Adiós!

London, here we go!

Beijos,
Tila.

PS: provavelmente vou fazer um novo blog, com nome novo, aproveitando o ritmo e clima de mudanças. Aviso assim que ele estiver "de pé"!

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Saudade do que ainda não se foi

Já ouviu falar de saudade antecipada?

Pois é... eu sofro desse mal... Tem gente que sofre do mal de sofrer por antecedência. No meu caso não é exatamente um sofrer... é mais uma saudade, mesmo... Sentir falta, ou saber que no futuro, vai sentir falta!

Coisa de maluco, né?

Pois é... hoje eu estou com saudades do sol daqui de Lima. O dia esteve lindo! Sol o tempo todo, um dia muito bonito, embora o vento já esteja mudando, ficando mais friozinho... Passei o dia de moletom...

E agora há pouco eu fiz uma caneca de chá, e fui sentar na varanda para apreciar o sol indo dormir... já chegou a hora em que a gente não sabe se ele vai aparecer no dia seguinte... se está se despedindo para só voltar daqui há uns meses...

Os espetáculos de pôr-do-sol desse ano não foram tão lindos como os do ano passado... Não tivemos céu coloridíssimo com a frequência que rolou no ano passado... Não tivemos as nuvens deslizando pelo céu laranja ou roxo, como tivemos nos outros anos... 

Esse ano sol, mar e nuvens estavam preguiçosos... mas mesmo assim já estou com saudades deles.

Mas mesmo assim, eles farão muita falta daqui a um mês, quando só nos restar a lembrança deles, num emaranhado de nuvens brancas que vêm para nos carregar para o inverno molhado daqui de Lima.

Aproveitei para tirar umas fotinhos do fim da tarde (esqueci de tirar durante o dia!), para deixar registrado. Afinal, a gente nunca sabe qual será a última tarde de pôr-do-sol antes do inverno branco.







Beijos,
Tila.

domingo, 24 de junho de 2012

Irmão do meu Coração




O post de hoje eu escrevo em homenagem ao meu irmão.

Ter um irmão é um dos maiores presentes que nossos pais podem nos dar. Na verdade, acho que é o maior, mesmo! 

Irmão é aquele que vai ser seu companheiro a vida toda! Pai e mãe, infelizmente, em algum momento da caminhada nos acompanham só na alma... namorado, companheiro ou marido a gente pode perder... amigos podem ir e vir... um monte de gente vai passar pela nossa vida... mas o irmão vai ficar conosco desde o início até o fim!

O irmão é quem vai te ajudar a ser quem você é. Explico: pai e mãe te educam, mas é com o irmão que você vai se preparar, de verdade, para a vida. É uma aprendizado, digamos, “empírico”! 

É com ele que você entende que não pode ser egoísta, pois é com ele que você divide a atenção dos seus pais e os seus brinquedos. Com ele você aprende, também, que nem tudo que você quer na vida vem na hora que você quer, ou do jeito que você quer, porque você precisa esperar a vez do outro, respeitando o tempo do outro, para que aí chegue a sua vez.

Com ele entende o que é ter ciúmes. E aprende que não é um sentimento legal, que não vale a pena guardá-lo com você, afinal, quem te ama de verdade, vai te amar mesmo se  amar outras pessoas também. 

Com ele você aprende que quase tudo tem conserto. A gente só precisa se esforçar.

Com ele você entende o que é perdão, porque mesmo quando você briga com ele, depois de dez minutos, vocês já estão "de bem”. Você aprende a desculpar e, melhor, aprende a pedir desculpas.

Com ele você aprende o que é cumplicidade, pois vocês precisarão, muitas vezes, ajudar um e outro na hora dos mais diversos apuros - desde pequeno quando vocês aprontam juntos, até mais tarde, quando precisam se ajudar com todos os problemas que vão surgindo nas outras etapas da vida. 

E quantas vezes só com um olhar, sem precisar dizer nada, vocês já entendem tudo?

Com ele você aprende o que é franqueza, porque pra ele você fala tudo, sem precisar ficar com medo de tomar bronca, ou de ser criticado. O que ele te diz não é crítica, é conselho de quem te conhece como ninguém, às vezes até melhor do que você mesmo, pois ele te conhece desde que você sequer sonhava em ter problemas como esses.

Com ele você aprende que as memórias são preciosas, pois você se diverte lembrando das brincadeiras, das risadas, dos perrengues, dos micos, e de tudo de bom (e de não tão bom) que vocês viveram juntos, desde o começo!

Com ele você aprende o que é saudade, porque a pontada no peito é a mesma desde quando você entra no colégio, e sentia falta de passar o dia todo brincando junto, até quando você é mais velho e liga só pra dar um “oi”, e saber como andam as coisas.

Com o irmão você aprende o que é amor. Daqueles que têm até um nome próprio: Amor Fraternal. Daqueles que não acabam nunca!










Jonino, obrigada por ser o melhor irmão do mundo! :)

E parabéns, por ser a pessoa sensacional que você é, por ter o sorriso mais grandão e iluminado que eu já vi, por ser tão alegre e companheiro! Ah... e parabéns, também, pelos 32 aninhos de vida! ;)

Amo você bródi!

Beijos,
Tila.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Chá de sumiço

Tomei um susto agora que entrei aqui para escrever esse post... faz séculos que eu não escrevo nada aqui!! Eu meio que já sabia que o blog andava meio abandonado... e, por isso, aliás, que eu vim aqui escrever esse post... mas não me toquei que a situação estava assim tão desesperadora!! Quase dois meses sem escrever! Realmente, um absurdo!

De toda forma, perdoem-me pela ausência... queria ter escrito um post para comemorar um ano que estamos aqui (sim... já passou um ano... mais precisamente um ano e quase dois meses, pois chegamos em 15 de janeiro do ano passado)... mas passou e eu não escrevi nada... (agora fica pra comemoração dos dois anos...risos)... Tenho de escrever também sobre a viagem que fizemos a Chincha - e o terremoto bizarro que a gente pegou por lá... Além desses, tenho ideia para outros posts, e vou ver se tomo vergonha e volto a escrever com mais frequência... prometo!

No último mês minha mãe e minha tia Nana vieram para cá e ficaram quase o mês inteiro... foi ótimo! Passeamos bastante, até viajamos pelo sul do Peru (vou fazer um post sobre isso também!), fomos a vários lugares aqui em Lima, deu pra aproveitar e matar as saudades!! Por isso também eu não consegui escrever nada...

E é claro que assim que elas foram eu fiquei num banzo só... mas é assim, mesmo... vida de quem mora longe é um vai e vem só... e a gente tem de saber lidar com as saudades e a falta que todos nos fazem...

Também estou meio de bode com algumas coisas daqui do Peru - em especial com a desorganização e com o trânsito maluco (que pra mim significa uma falta de respeito generalizada), mas que são coisas com as quais a gente também tem de saber (ou aprender a) lidar... infelizmente... Aí faltam ideias positivas pra escrever... e eu não quero escrever pra esculachar com o povo daqui... 

Então, acho que estou precisando me concentrar, num matra bem zen, pra ver se eu consigo superar esse momento tolerância zero pelo qual estou passando... e poder voltar a escrever coisas bacanas! Enquanto o mantra e o chá de camomila não fazem efeito, me afasto do volante pra ver se diminuo a tensão, pelo menos... (tenho pedido pro marido dirigir pra todo lado, pra me poupar um pouco do stress...rs...)... e tento relevar as coisas que minha assistente de assuntos domésticos não faz (nossa... tenho estado muito p da vida com tudo que ela não faz!).

Enfim, prometo que nos próximos posts eu volto mais animada... risos... esse aqui era mesmo só pra dizer que eu não abandonei meu blog, embora - momentaneamente - ele tenha ficado meio desativado...rs.

Beijos,
Tila.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Encontros e despedidas



Hoje uma amiga querida está deixando Lima - ela e o marido seguem para o próximo posto da carreira... Ontem teve almoço de despedida e depois happy hour de despedida... e essas despedidas... ai... essas despedidas ainda me matam!

Claro que quando escolhi viver essa vida, pelo mundo, já sabia que as despedidas viriam e que eu teria de lidar com elas com bastante frequência... mas confesso que é uma coisa muito chata!! A gente sobrevive, claro... mas eu não sei se algum dia vou me acostumar...

Primeiro eu tive de sair de São Paulo, deixar família e amigos, quando casei e fui morar em Brasília. Proibi todos os meus amigos de se despedirem de mim! Afinal, a minha festa de despedida foi, também, minha festa de casamento... não ia ser legal a noiva passar metade do tempo se debulhando em lágrimas, certo? Sem contar que ia borrar maquiagem, estragar as fotos, e o clima da festa ia pras cucuias! Não... proibi, mesmo! 

Depois tive de sair de Brasília... e foi um tal de almoço de despedida, jantar de despedida, happy hour de despedida... Sério! Passei umas duas semanas só dizendo "tchau" (e segurando as lágrimas)! E depois eu ainda fiquei um mês em São Paulo, antes de vir pra Lima, pra me despedir (novamente) do pessoal de lá!!

Claro que as despedidas fazem parte das mudanças, claro que eu queria encontrar todo mundo antes de ir embora... mas dá uma tristeza... uma tristeza continuada, sabe? Daquelas que não param de doer!

E aí, quando a gente acha que tá tudo sob controle, porque afinal a gente se prepara para nossas despedidas - que bem ou mal só devem acontecer a cada dois ou três anos, quando nós nos mudamos - os amigos que a gente faz, pelos lugares que a gente passa, começam a se despedir da gente!! Ou seja, as despedidas fogem do nosso controle e começam a pipocar no tempo, antes do que tínhamos previsto!

Lama... total!!

E a gente começa a sentir saudade antecipada, e começa a pensar em todos os outros amigos que estão por perto e que, uma hora ou outra, vão se despedir da gente...

Uma das melhores coisas de chegarmos num País novo são os encontros, quer dizer, os amigos que fazemos por aqui! Nós tivemos sorte de encontrar pessoas incríveis e fazermos amizades sinceras, que, certamente, vamos carregar para todo canto do mundo, com ponto de encontro marcado, no futuro, em Brasília... Não posso reclamar disso, aliás, só tenho a comemorar! 

Mas não é que esse povo resolve ir embora, assim... de uma hora pra outra?! (ok... teve um aviso prévio de uns 2 ou 3 meses... mas mesmo assim! Lama!)

Claro que racionalmente a gente nem precisa fazer esse "drama", nem sofrer tanto por conta disso porque, bem ou mal, a gente sente saudade, mas não fica ausente. É só saber se fazer presente, não é? E quando a gente quer, a gente consegue. Arruma um tempinho, dá uma ligadinha, escrever um e-mail, bate um papo, troca mensagens pra saber das novidades, nos vermos ao vivo pelo computador! Afinal, é (também) pra isso que serve essa tecnologia toda!

Mas, mesmo assim, a gente sente saudade de sentar pra tomar um café com o amigo... sente saudade de se encontrar e dar risada, ficar batendo papo sobre nada e sobre tudo... saudade de comentar as pequenas coisas que  acontecem no dia a dia... Enfim, temos dias melhores e dias piores nesse exercício diário de "aprender a sentir saudade"...

Como já disse Vinícius de Moraes - que não por acaso, foi diplomata - "A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida". Fico feliz por ter encontrado tanta gente bacana até agora, nessa vida de caixeiro viajante! 

E, no fim das contas, como disse uma amiga, é melhor sentir saudade, pois "triste é não ter saudade de nada nem de ninguém"!

Beijos! Saudades!
Tila.

PS 1: o post é em homenagem à Thaís, uma amiga querida que eu fiz aqui em Lima, e que eu vou reencontrar pelo mundo! Mas é claro que se aplica também a todas as minhas amigas queridas de São Paulo, de Brasília e do resto do mundo!

PS 2: a fotinho é de um blog que eu adoooooro, que tem frases incríveis! É esse aqui ó: i can read

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Coisa chata é mau humor!

Lembra que eu disse que quando me mudei pra cá as pessoas me alertavam sobre o tempo  em Lima, especialmente sobre o inverno e os dias cinzentos, que duravam metade do ano? Pois é.... há alguns meses que o sol não dá o ar da graça por aqui, exceto por uma rara visitinha que eu até comentei aqui no Blog.

Semana passada eu percebi que tava num mau humor sem tamanho! Mordendo a sombra, brigando com todo mundo... até que parei pra pensar e notei que podia ser a falta de sol! Parece bobagem para quem não conhece a sensação, e eu mesma achava que, apesar das brincadeiras, esse lance de tempo branco não me afetaria...

Mas, há alguns dias falei com um amigo que disse que quando veio pra cá não gostou da cidade, justamente porque chegou no meio do inverno e os dias eram assim brancos ou cinza!

Daí eu percebi que a cara do tempo realmente afeta a gente! E como afeta! Dá essa tristeza, um certo desânimo... e mesmo sua percepção das coisas e dos lugares ficam meio nubladas... você acha tudo mais sem graça...

Comecei um curso de fotografia (depois eu conto mais), e estava super a fim de tirar umas fotos bacanas, só que essa luz branca daqui deixa as fotos todas sem cor! Parece que você tá tirando foto na cozinha, sabe?! Com aquela luz horrorosa?!

Essa semana, pra completar o mau humor, comecei uma dieta de passar fome... ou seja, nada de docinho! Nada pra aliviar o perrengue, a tristeza e a falta de fotossíntese (a propósito, descobri que minhas margaridas estão perecendo, provavelmente pela falta de sol e excesso de umidade... ô tempo chato!)!

Aí recorri aos paliativos. 

Comprei flores coloridas pra ver se melhorava o clima na Maison Bauer.



Coloquei aqui do lado do computador um cartão postal fofinho que eu trouxe de Paris, que tem bastante cor e, em especial, um fundo  de sol bem amarelo!



Ganhei uma tulipa linda num chá de bebê que fui! E lá foi ela pro vasinho na sala!



E além de colocar uma corzinha em casa tô contando os dias pra chegada das minhas visitas queridas! Meus pais e meu irmão vêm pra cá pra passar meu aniversário comigo!!! Adoro aniversário!! E com meus queridos vindo pra cá, não tem dia branco e mau humor que resista!

Só de escrever esse texto já fiquei mais animada!! Acho até que vou correr pra pintar minhas unhas de uma cor bem alegre e colocar um cachecol colorido pra dar um up no visu! Fui!

Beijos,
Tila.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Matando saudades

Toda vez que eu volto a São Paulo aproveito pra matar saudades de um monte de coisas! 


Em primeiro lugar mato saudades da minha família, dos meus cachórros e da minha casa! Todo mundo fica carente e me quer em casa o tempo todo! É sempre uma ginástica na agenda! Rs... E pra piorar meu irmão já não mora com meus pais e trabalha num lugar em que ainda não conhecem a Lei Áurea... Mas, ainda que não consiga vê-lo tanto quanto eu gostaria, dá pra aproveitar bastante a companhia dele! Acho que quando a gente tem pouco tempo e muita saudade gasta o tempo com mais qualidade! 

Também mato saudades do pessoal que trabalha comigo. Quando estou em casa trabalho muito tempo sozinha. Por um lado me acostumei (depois de 3 anos!), e rendo mais porque não tem telefone, e-mail nem convite para um cafezinho (e, vamos combinar, raras são as vezes que me animo a fazer um "balde" de café pra tomar sozinha!), consegui desenvolver uma disciplina particular para trabalhar e tal. Mas ainda acho muito ruim trabalhar só! Já tive dias (vários!) em que passei horas sem trocar uma palavra com ninguém! Consegue imaginar o que é trabalhar por umas 8 horas sem falar uma palavra?! Pois é... Acho que é justamente por isso que nas minhas passagens por São Paulo acabo dando uma "agitada" no ambiente... rs... nossa sala no escritório é uma animação só! A gente fala tanta (mas taaaaanta!) besteira e dá tanta risada que daria (fácil!) pra escrever um outro Blog! Rs... O bom é que depois a gente tem muita coisa pra contar e várias lembranças pra matar a saudade por um tempão!

Esse cabelão significa que a foto tá meio velha?
Significa. Mas é a única que eu tenho aqui!
E tem os encontros com as "azamigas" que eu adoooro! Mato saudade das amigas que mesmo na vida atribulada de São Paulo arrumam um tempinho na agenda pra se encontrar comigo! Ou mesmo pra bater papo pelo telefone quando o tempo é curto! 


Como diz minha amiga Camila, amizade é via de mão dupla, as duas partes têm sempre que fazer um esforço pra se encontrar e manter a amizade firme e forte! (ainda mais na vida agitada que rola em São Paulo) Não adianta um só ficar insistindo, chamar, convidar, tentar armar os encontros, se a outra pessoa nunca pode! Depois que saí de São Paulo e fui morar em Brasília - e agora mais ainda, morando mais longe - comecei a dar mais valor a isso e fico sempre muito feliz quando percebo que minhas amigas dão sempre um jeito de nos encontrarmos quando estou aqui! Também estou sempre tentando  manter contato com todo mundo, mandando e-mail, conversando pelo Skype e pelo MSN... enfim, amizade tem de ser cuidada!


Fotinho do último encontro, antológico, com "azamiga"!
(e o amigo, infiltrado!)

Aproveito para matar saudade de outras "coisitchas" mais!

Mato saudade de pão de queijo, de guaraná, de biscoito de chocolate (Bono! Adoro!) e até de salada de folhas verdes!! Mato saudade de falar "Obrigada!", no restaurante, e de não precisar explicar três vezes como se escreve meu sobrenome... Mato saudades de ouvir as rádios que eu gosto, no carro! Mato saudades do sol! E do céu azul!!! (em Lima o sol anda raro... e o céu nunca é tão azul como aqui no Brasil...) 


Sério... as pessoas não têm ideia de quanto uma coisa simples, às vezes até banal, do nosso dia a dia... faz falta!  Aliás, eu percebi isso quando me mudei pra Brasília e comecei a ter à minha disposição coisas simples, das quais eu sequer sentia falta em São Paulo, de tão acostumada que estava, vivendo sem elas... 

Por exemplo, em Brasília eu tinha céu! Muito céu! Da minha casa, da rua, de todo lugar! Em São Paulo ver o céu a toda hora é mais complicado...  Eu via bastante céu da minha casa, mas não morava na cidade de São Paulo... Então, céu lindo mesmo só no fim de semana.

Em Brasília eu tinha tempo! Podia ler um livro no fim do dia! Sério: eu podia pegar um livro da estante, sentar na poltrona da sala, por volta das 19hs, e ler, enquanto esperava o Fred voltar do trabalho! Também podia decidir, às 18:50hs, ir no cinema! Na sessão das 19:30hs, daquele mesmo dia! Em São Paulo não dá pra fazer isso... você só consegue ir no cinema se planejar com horas de antecedência! Se quiser companhia então, são dias de antecedência - incompatibilidade de agendas é um problema sério aqui em terras paulistanas!

Mas eu sequer sentia falta dessas coisas, pois simplesmente não sabia nem que poderia tê-las! Não é muito louco, isso? Como já diz o poema: a gente se acostuma, mas não devia. Se acostuma à poluição, à falta de tempo, à fazer tudo correndo, à não aproveitar as coisas simples da vida! E elas estão aí, todo dia... e deixamos passar... 

Sei que parece mensagem de livro de auto ajuda (que, a propósito, eu não gosto), mas a verdade é que a gente podia ser tão mais feliz se conseguisse aproveitar as coisas simples  do nosso dia a dia... Mesmo morando numa cidade grande, tendo a vida super atribulada, se a gente conseguisse parar um pouquinho que fosse, uns minutinhos, pra aproveitar algo que a gente normalmente deixa passar sem se dar conta... Olhar o céu, curtir uma música legal, conversar com alguém com quem a gente não fala há um tempão (se não for pessoalmente, por telefone, por e-mail, ou por qualquer tecnologia moderna!), falar besteira com amigos e dar umas boas risadas!! 


Fato é que a gente não precisa mudar de país, nem de cidade, pra dar valor e começar a aproveitar essas coisas simples! Basta prestar atenção e se esforçar um pouquinho! E depois que a gente começa, acostuma e não para mais!!

E aí? Que tal começar a olhar com mais calma as coisas mais simples, que estão à sua volta? Aposto que seu dia ficará bem mais divertido!

Beijos!
Tila.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Tomei bronca

Ontem eu passei uma hora conversando com uma amigona no Skype... maravilha essa tecnologia que nos permite conversar horas sem pagar nada, não é?!

Quando vim pra cá estava um tanto quanto apreensiva sobre como manter contato com o pessoal que ficou no Brasil. Justamente essa minha amiga, a Lili, já tinha morado nos Estados Unidos e me apresentou ao maravilhoso mundo da telefonia do Skype. Eu já conhecia o lance de ver o pessoal e conversar via web cam  - aliás, com mais qualidade do que no MSN! - mas ainda não sabia do lance do telefone.

Chegando aqui eu fiz um monte de pesquisas no próprio Skype, para ver se conseguia, inclusive, uma linha telefônica, que se conectasse a um aparelho, celular, etc... tanto para colocar aqui em casa, como pra usar no Brasil (na casa dos meus pais). Infelizmente o Skype phone (esse que permite que a gente tenha um aparelho fixo que receba as chamadas quando o computador não está ligado) não está disponível aqui no Peru... Mas... só de podermos ligar do computador para os telefones fixos no Brasil a um preço ridiculamente mais em conta do que qualquer operadora brasileira já vale muuuuito a pena!!!

Sério... eu pago 15 reais por mês pra falar 400 minutos com os telefones fixos do Brasil! É muito minuto!! E o preço é mais do que camarada! Ou seja, dá pra matar a saudade!! Saí pedindo telefone (fixo) de um monte de amigas pra poder colocar o papo em dia! Afinal, tem gente que ainda não usa web cam, e o telefone acaba salvando a pátria.

Enfim, recomendo demais pra quem está indo morar longe a assinatura do Skype! Sem contar que a gente consegue conversar via web cam com muito mais qualidade que o MSN - não sei agora como vai ser com a compra do Skype pela Microsoft... quem sabe melhore a qualidade do MSN - e o recurso é uma mão na roda pra matar a saudade! Quando a gente se vê parece que tá realmente pertinho!! É muito bom, mesmo!

E agora, com i-Phone - marido comprou um! - posso usar o Skype inclusive quando estamos na rua, ou quando viajamos! Quer dizer, dá pra matar saudade de tudo quanto é jeito!!

Aproveitando que o assunto é saudade e conversa com os amigos, ontem eu tomei bronca - da Lili - porque estou demorando muito pra atualizar o Blog... rs... Sendo assim, prometo que vou escrever com mais frequência! (tem um monte de post que eu já pensei em escrever e acabou ficando pra trás, na correria... vamos ver se eu consigo colocar tudo em dia!)

Devo confessar que essa foi uma bronca que eu gostei de tomar! Afinal, significa que o Blog tá funcionando e eu estou conseguindo "conversar" com meus amigos queridos!! Tenho recebido vários elogios carinhosos, um monte de gente dizendo que está curtindo o Blog e tal... super obrigada (de novo!)!! Eu estou adorando a aventura! E fico muito feliz que vocês também estejam curtindo!! 

Aliás, acho que minha idéia inspirou alguns amigos a se aventurarem também nessa onda de escrever um pouquinho do que tem vivido: depois que eu comecei o Peruando mais 3 amigos resolveram começar seus Blogs!! Será que esse aqui serviu de inspiração?! :)

Beijos!
Tila.

PS: a propósito, estamos indo viajar, daqui a pouco!! 10 dias conhecendo o Peru!! Muitas fotos, muitos passeios  e muitas novidades para contar, em breve!! :)

domingo, 8 de maio de 2011

Colinho de mãe

Hoje é Dia das Mães e por isso resolvi escrever um post sobre a minha! Infelizmente não pude estar em casa com ela, nem dar um abraço apertado, nem passar a manhã inteira na cozinha preparando junto com ela um almoço gostoso pra comemorar o dia de hoje...

Mas tudo bem, porque apesar da distância física, ela tá bem pertinho de mim, o tempo todo! Claro que sinto saudades, mas não adianta ficar chorando nem lamentando a distância! Pelo menos eu passei um mês aproveitando o colinho da minha mãe, comemorando antecipadamente o fato de ter a melhor mãe do mundo!

Hoje fui atrás de algumas fotos que a gente tirou enquanto ela esteve aqui me visitando, para colocar no meu post "homenagem-à-melhor-mãe-do-mundo"!

Minha mãe esteve aqui quando estávamos nos mudando. Ela chegou na véspera da mudança e me ajudou demais!!! Ficou aqui uns 10 dias, e se não fosse ela eu não teria arrumado minha casa até hoje! Risos... É invejável o pique da pessoa! Ela acordava com a corda toda, como se tivesse dormido ligada no carregador de bateria... a 220 volts... Impressionante! Teve um dia que acordei e ela já tinha lavado todo o chão da cozinha porque queria testar o produto de limpeza, pra ver se o chão ficava mesmo limpinho, e se secava rápido... porque senão a gente ia ter de arrumar outro jeito de limpar, etc...etc...etc... Eu bocejando, sem nem saber meu nome, e ela já nesse pique, depois de ter lavado a cozinha!

No dia da mudança estávamos todos exaustos, mas fui convocada para um evento (sem possibilidade de dizer não).. Minha mãe aproveitou que eu não estava em casa e arrumou meu quarto! Todinho!! Limpou tudo, deixou o quarto com cheirinho de lavanda, arrumou a cama, as mesas de cabeceira, e meus oitocentos travesseiros em cima da cama!! Afinal, segundo ela, a gente ia voltar tarde e a cama tinha de estar feita pra gente poder descansar... Diz aí... não é a melhor mãe do mundo?! 

Bom, claro que eu não deixei minha mãe no tronco o tempo todo que ela tava aqui... não sou uma filha tão malvada assim... Sempre que a gente conseguia tomar um fôlego, saíamos pra passear.

No primeiro dia que ela chegou, antes do nosso container parar aqui na frente de casa a gente saiu pra dar um passeio pelo malecón, até o Larcomar (aquele shopping aqui perto de casa, que fica incrustrado na falésia), passando pelo Parque do Amor. As fotos são essas aqui:

Claro que não podiam faltar as florzinhas coloridas...

O Parque do Amor, inspirado em Gaudí


No Larcomar
Também não podia deixar de levá-la para conhecer alguns dos restaurantes que já conhecíamos... Levamos ela no Pescados Capitales, onde ela pôde exercitar seu pecado preferido (claro, o da Gula), e na Trattoria di Manbrino, porque não podia deixar de levá-la para comer comida italiana que ela adora (e desde a primeira vez que fui nessa trattoria me lembrei muito dela!).

O Pecado da Gula, que é a cara dela!

O pecado da gula, cometido por nós na Trattoria, sem o menor remorso!


Também aproveitamos o verão limenho para nos deliciarmos com o espetáculo do pôr do sol! Afinal, acho que meu fascínio pelo pôr do sol vem da minha mãe... assim como meu gosto pelas plantinhas... pelos filmes... e por um montão de coisas! Rs... incrível como a gente fica mesmo parecida com a mãe, não é?!

Esse foi em frente ao nosso prédio, num dia que corremos para chegarmos antes dele sumir no horizonte...
Esse foi outro, da nossa varanda...

E teve um dia que a gente foi até Barranco pra ver o sol se pôr de um ângulo um pouquinho diferente, e sentada na beira da falésia (acreditem... consegui fazer minha mãe chegar perto da falésia... com muito esforço, claro! Mas valeu a pena!)



De novo as florzinhas! ;)

Mamãe aprendendo a tirar foto "pra trás"...rs






A mudança de cor do céu depois que o sol já foi deitar

Não vejo a hora de receber uma nova visita da minha mãe... quando o joelho dela deixar...rs... Tô com muita saudade! Quem é filho(a) entende..  E quem mora longe entende melhor ainda como é difícil essa saudade que dá... não só nesses dias "especiais" - que a gente acaba transferindo de data, para poder comemorar nos dias em que podemos estar juntos -, mas que dá uma dorzinha lá no fundo... sempre que a gente lembra de um momento especial, vê um filme, escuta uma música, ou lembra de uma história engraçada... (com minha mãe não faltam histórias engraçadas! risos...)...

Para todas as mamães um ótimo Dia das Mães, com muitos abraços apertados e lembranças gostosas! 

Mãe, amo você! 

Beijos,
Tila.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

De volta ao lar!

Pois é... voltei!! Cheguei em Lima no domingo de noite, depois de longa temporada em terras paulistanas!

Achei que dessa vez minha partida não seria tão triste, mas continua doendo demais ter de deixar todo mundo longe... ai que coisa difícil se despedir de quem a gente ama, né?! Enfim... c'est la vie... então "vamo que vamo"!

No domingo chegamos super tarde em casa, mas passei um tempinho conferindo as benfeitorias realizadas na casota, durante minha ausência. Finalmente a porta da cozinha foi ajeitada... depois eu vou fazer um post só sobre o servicinho que os marceneiros fizeram aqui em casa... mas, enfim, o que importa é que agora tá do agrado do marido!

Depois conferi minhas plantinhas e descobri que apesar de uma delas ter perecido (não aguentou a umidade da varanda), os gerânios estão lindos, meu manjericão já está dando flor e o orégano está enorme! Ou seja, minha cozinha está devidamente equipada e perfumada, enquanto minha varanda está colorida!! (depois eu coloco as fotinhos... agora que eu pensei em tirá-las, mas já tá escuro e elas não vão ficar tão bonitas...)

Conferi também a TV nova que marido comprou pro nosso quarto... lindinha, fininha, super moderna (e bem mais barata que no Brasil)! Uma graça! Ficou ótima no nosso móvel novo!

Por incrível que pareça fui dormir sem ter notado a presença dos famigerados puxadores do armário do corredor... esclarecendo: temos um armário aqui no corredor, onde ficam os livros... do outro lado do armário fica a sala, e pra lá também tem um monte de prateleiras e gavetas, que fazem parte do mesmo móvel. 

As gavetas eram um tanto quanto difíceis de abrir, pois o proprietário mandou fazer o armário e esqueceu de colocar os puxadores... depois de muita enrolação ele veio aqui trazer os puxadores mega master blaster que ele tinha comprado para colocar nas gavetas... Eu não estava aqui, mas segundo o marido eles eram horrorosos... Já me preparei para puxadores dourados e chamativos... ou em formatos modernosos e esquisitos que não combinariam com o armário de madeira... ou puxadores de estanho (eu deteeeesto estanho!!)... ou qualquer outra coisa bizarrinha...

Talvez essa tenha sido a melhor coisa... me preparar para o pior (santa terapia, Batman!)... pois não é que quando eu finalmente fui ver como eram os tais puxadores, não me pareceram tão terríveis assim?! Rs...


O melhor de tudo é que agora a gente já pode usar as gavetas e guardar nossas coisas!! Tem um monte de DVD's, toalhas de mesa, utensílios de bar, e outras cositas más pra guardar! As gavetas estavam fazendo falta...

Enfim... as benfeitorias foram essas... Meu irmão me perguntou se tava tudo no lugar, do jeitinho que eu tinha deixado... Sim, tava tudo no seu devido lugar... e melhorado! Já é bom voltar pra casa... desse jeito é melhor ainda! ;)

Beijos!
Tila.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Abandono por Justa Causa

O povo deve estar achando que eu abandonei meu querido Blog... Afinal, faz um tempão que eu não escrevo nada... O problema é que eu tenho estado mega master super plus atarefada! 

Não tenho peruado muito porque estou há um mês em São Paulo... precisei vir para cá assumir o cargo de enfermeira chefe aqui em casa... Estou trabalhando três turnos seguidos e tenho ficado exausta!!! Risos... no fim do dia eu só quero minha cama!! (no máximo umas páginas do livro que estou lendo, pois está muito interessante e eu, afinal, não consigo dormir sem ler umas páginas...) Por isso não tenho tido tempo de colocar as novidades por aqui... sorry meu povo!!

Por outro lado, tenho matado saudade dos amigos, ao vivo! - nem que seja por telefone, aproveitando minhas folguinhas pra bater papo e colocar a fofoca em dia! Adoooooro!!! É tão bom ter amigos queridos!!!

Minha temporada paulistana acaba no domingo (num misto de alegria, porque eu vou matar a saudades do meu maridão e da minha casota! Mas também com uma pontinha de saudade, que já tá dando as caras, só de saber que eu tô indo....), e eu prometo que volto a escrever com mais frequência!

Beijos!
Tila.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Ziriguidum 2011

Ô coisa mais difícil ficar assistindo ao Carnaval de longe!! Em Lima não temos nem sinal de Carnaval... O corso e as brincadeiras de rua que vimos na exposição, semana passada, no Centro Histórico da cidade, ficaram no passado... Por aqui nem sinal do Momo... nada de música, nada de bagunça, nada de folia... :(

Para piorar nossa situação dos foliões (ou "da foliã", porque ninguém aqui em casa padece do banzo que eu padeço neste momento...), a Globo Internacional transmite os desfiles com delay!!! Ou seja, passa a novela, pra depooooois passar os desfiles da Sapucaí... fazem questão de começar a transmissão aqui uma hora depois da transmissão ter começado no Brasil! Resultado: "tive" de começar assistindo aos desfiles pela Internet, pois a transmissão da TV só começava depois... não aguentei a ansiedade!?! Rs...

E, desacostumada que estou de ver tudo pela TV, me surpreendi (e me irritei demais) com esses comentários esdrúxulos que os caras fazem!! Porque a galera tem uma necessidade insaciável de falar, falar, e falar, sem parar... mesmo quando não têm nada de interessante pra dizer?! Nossa como esse povo fala besteira! Ia ser tãããão mais legal ouvir o samba!! 

Ok... Como diriam umas amigas: #mauhumorfeelings!!! 

É sempre a mesma coisa, quando não estou no RJ no Carnaval, e fico assistindo os desfiles pela TV sempre penso: "por que é que eu não estou lá?!". Afinal, foram mais de 10 anos seguidos de Sapucaí e outros tantos depois disso...

Saudade enorme do batuque, das fantasias, dos blocos, da alegria, da diversão, dos sambinhas e das marchinhas que eu adooooro!!!

Bom... como quem não tem cão caça com gato, vou voltar pro Salgueiro, que tá lindo, mas tá sofrendo horrores com seus carros alegóricos... E deixo aqui as fotinhos de alguns, poucos Carnavais, pois são as únicas que tinha aqui comigo, em Lima....



Beijos!
Tila.

PS: esse post foi feito em homenagem não só aos meus Carnavais, como também à minha mãe, que tem muito mais pique do que eu, e tá lá no Rio, se acabando nas bandas, blocos e na Sapucaí!